… nada dura para sempre…

… nem mesmo os meses de inverno…

Inspiração em November Rain, com toda a certeza.

Sei que o vento frio e o pouco sol causa reações cabalísticas em pessoas como eu. Sei que manter o mínimo de controle é uma necessidade. Sei, por fim, que tudo isso vai acontecer, e daqui duas estações estarei mais feliz… sou do tipo “primera-verão” de ser, o que eu posso dizer!?

E enquanto o calor não volta…

A gente vai respirando… esperando… relevando… é a vida… definitivamente: a vida!


… Meias verdades…

Há quem diga que as coisas acontecem sem querer.

Há quem diga que é questão de afinidade, personalidade, necessidade.

Há quem acredite no que o outros dizem.

Há, ainda, quem desconhece a razão e a verdade.

Não faça questão de dizer por dizer. Dizer ser quem não é. Se enganar é apenas um pequeno passo para um grande fracasso.

Somos o que somos, mudamos porque somos capazes de tal ato.

Palavras distorcidas não passam de um texto mal editado e de difícil compreensão.

Não seja uma interrogação mal colocada. Mal justificada.

Seja uma exclamação necessária.

É de exclamação que o mundo precisa. Pontuação com significado.

Interrogações não querem dizer nada por si só.

Não mesmo!


… Someday We’ll Know ♪

… 90 miles outside Chicago

Can’t stop driving

I don’t know why

So many questions

I need an answer

Two years later you’re still on my mind

What even happened to Amelie Earhart?

Who holds the stars up in the sky?

Is true love just do once in a lifetime?

Did the captain of the Titanic cry?

Someday we’ll know

If love can move a mountain

Someday we’ll know

Why the sky is blue

Someday we’ll know

Why I wasn’t meant for you


Does anybody know the way to Atlantis

Or what the wind says when she cries

I’m speeding by the place that I met you

For the 97th time….. tonight

(yeah yeah yeah yeah)

Someday we’ll know

Why Samson loved Delilah

One day I’ll go

Dancing on the moon

Someday you’ll know

That I was the one for you

I bought a ticket to the end of the rainbow

I watched the stars crash in the sea

If I could ask God just one question

Why aren’t you here with me?….tonight…

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Músicas que não foram escritas para mim.

Músicas que seriam facilmente escritas por mim.

Não que faça sentido, não que esteja sozinha, à deriva de companhia. Não nesse momento. Sentido? “Algum.”

Não tive tempo para perguntar para a minha consciência sobre custos e benefícios. Não tive tempo de me perguntar sobre o que é “isso” que não sinto. Deveria sentir? Se é que “Isso” é alguma coisa. Ainda não tive tempo/necessidade de questionar as minhas atitudes.

Superficial. Profundamente superficial, e talvez [eu] seja [esteja sendo, ou tentando ser] isso. Talvez seja essa a resposta da pergunta que, por enquanto, não farei.

A “resposta”, aquilo que preciso usar como justificativa ao que vejo, ao que [eles] têm feito e, também, ao que eu faço.

Falando com honestidade? Pergunto-me apenas sobre o lugar. Questão de geografia, de localização. Do seu lugar, agora e na vida – na minha vida. Bobagem, perto de tudo o que poderia e deveria estar passando pela minha cabeça.

(Por mais que tente usar minhas teorias sobre as falsas expectativas, acabo sempre me colocando em um labirinto delas. Vi o pôr-do-sol mais de uma vez nesse feriado, e o pensamento solto, tímido e calejado apareceu, mais de uma vez.)

No final do dia, sou eu contra um pensamento/ilusão tanto quanto persistente. Por sorte, durante o dia (sim, antes do final), o pensamento vem se ocupando, aos poucos, de outras coisas, vidas, pessoas. Já é um começo. Vamos ver até onde, quando e com quem isso vai ser “permanente”.

Claro, permanente, comigo, é inevitavelmente imperfeito e improvável, mas não custa tentar.

Bom domingo cheio de chocolates!

[ponto final]


Doses homeopáticas…

É tudo o que preciso.

Mesmo sabendo que no final do dia, essa pequena dose diária, talvez, me faça mal. O agora é mais importante. Estar aqui, pensar, sentir e tocar.

O Realizar, o tornar real.

Mesmo que o real, não exista no plano sentimental da palavra e das sensações.

Questão de necessidade, de saciar desejos, de ser humano,  animal.

E esse é tipo de pensamento que eu não consigo concluir.

Por hora, é só!


Só por hoje…

…  vou me lembrar que sou feliz.

 

Sim, eu sou, e muito, mas geralmente as pessoas não fazem questão de se lembrar disso.

 

Claro, não é o meu caso.

 

Para falar a verdade, se for realmente pesar, preciso lembrar que às vezes é necessário se sentir triste, ou se entregar a tristeza… claro, por período curto, só para não esquecer o quão “humano” é possível ser.

 

 

Só um pensamento solto no horário de almoço, enquanto a caixinha de som toca Legião.

 

=)

 

 


Bem vindo ao meu “mundo mágico”…

Dos pensamentos soltos…

Das sensações estranhas…

Das reações diversas e sem motivo aparente.

 

Da fantasia mais real que eu permito ser palpável, desejável, e claro, possível.

 

Pelo menos para mim.

 

Entre, mas não fique tão à vontade. Você pode se machucar!