11 am.

7am…
The garbage truck beeps as it backs up
And I start my day thinking about what I’ve thrown away…
Could I push rewind?
The credits traverse signifying the end
But I missed the best part
Could we please go back to start?
Forgive my indecision

Then again, then again, then again,
You’re always first when no one’s on your side…
Then again, then again, then again,
The day will come when I want off that ride

11am
By now you would think that I would be up
But my bed sheets shade the heat of choices I’ve made….
What did I find?
I never thought I could want someone so much
Cause now you’re not here
And I’m knee deep in my own fear
Forgive my indecision…
I am only a (wo)man…

Then again, then again, then again,
You’re always first when no one’s on your side…
Then again, then again, then again,
The day will come when I want off that ride

12 pm and my dusty telephone rings…
Heavy head up from my pillow who, could it be?
I hope its you
It’s (not) you

Then again, then again, then again,
You’re always first when no one’s on your side…
Then again, then again, then again,
The day has come and I want off that ride

Da série “Músicas que falam por mim”…


Closing time.

. Every new beginning Comes from some other beginning’s end.

 

 

 

A verdade? É que eu nunca tive medo de morrer. Morrer é fácil. Difícil é ficar.

 

O pensamento é mórbido quando se convive com a morbidade. E, quando dizem que uma hora você se acostuma, pode ser que aconteça, sim… Mas por hora, eu ainda sinto pelo que os outros sentem.

 

Qualquer perda, de qualquer ‘alguém’ é um caminho para lembrar das minhas próprias perdas. E é muito ruim, mas é o que acontece, quando tem que acontecer.

 

Mais um fim. Mas ontem mesmo teve um (re) começo.

 

A gente tem que agradecer sempre, sem deixar de sentir nunca.

 

A vida antes levava 30 anos para ser curta, hoje leva oitenta, mas a gente nunca se dá por satisfeito. O tempo nunca é suficiente.

E eu agradeço, e sinto falta, e tento viver… De verdade!

 

 

Vai mais um que não foi em vão.

 

=)


64.

Você sabe o que é, porque você convive com isso todos os dias. Mas não sabe explicar.

É perceptivelmente sólido, porém invisível.

 

A base sobre a qual eu não pensaria sem ser instigada.

 

Tempo, amor e razão.

 

O que acaba, mas nunca deixa de existir.

O que faz sentir, sem nunca sequer tocar.

O que equilibra, mas não se pode medir.

 

E o resto… Todo o resto apelidado…

 

A base, e o externo.

 

 

Pensamentos meus que não seriam instigados a serem escritos, não fosse uma pergunta que ninguém faz, até então…

 

 

♪ De tudo aquilo tudo que tem quem saiba,

existe um aquilo tudo que só eu sei de mim.


63.

E quando o que você mais ama não é materializável…

 

 

Faz o som no ar, e deixa a melodia formalizar o sentimento que só você consegue sentir.

 

 

 

♫ … Ele dizia que sabia. Mas ele fingia…

E fingia como ninguém.

 

 

 

Ninguém nunca soube que o eu que sinto é egoísta e é só meu.


No potinho que eu escondi…

Escondi muito bem, mas não esqueci. E aí, sem querer, abri. E sonhei. Ou lembrei. Ou só ‘materializei’ o que eu sempre quis. Porque os sonhos acabam sendo só uma ideia do que a gente quer, não é?! Enfim… Anos, meses, dias, horas, minutos e um plim!

 

Daquilo tudo que tem quem saiba, existe um aquilo tudo que só eu sei.

 

Às vezes a gente finge o sorriso, porque é mais fácil, e o mais fácil é o que temos pra hoje.

Eu errei, errei bastante. E se a intenção vale mesmo alguma coisa, eu errei na inevitável vontade de acertar. Mas acertar exige uma boa mira. Algum talento geométrico, algum equilíbrio natural, qualquer coisa que eu, meu bom amigo, não tenho.

 

É claro, vai passar. E não quer dizer que daqui uns anos eu não vá olhar de novo no potinho escondido. E lembrar, e sonhar… E até querer, de novo.

 

Nesse momento? Talvez o sonho seja o motivo da minha eterna insonia.

 

♪ Você quer não sentir como quem diz mais sim, do que não. 

 

 

 


E se não (eu) disser…

“… Ninguém nunca vai saber. ”

 

Pelo menos é assim que eu sempre penso, no final…

 

Especial… E continua a ser.

Talvez não mais para quem cedeu a informação… Mas só porque um ponto de vista mudou, não significa que a magia acabe, e nem cabe a ninguém dizer que não é, só informar que é, quando se pensa assim.

 

Eu disse. E era a mais pura verdade. Ainda é… Só não mais para mim.

 

♫ – Futures made of virtual insanity
now Always seem to, be.

 

 

 

 

 

 

 


62

Imagine que os seus sentimentos sejam as fichas que você aposta em um jogo qualquer…

Bem, vou jogar com fichas emprestadas, a partir de agora.

As minhas eu perdi para um jogador mais experiente, em um All In mal calculado.

Às vezes, na vida, é uma questão de sorte, às vezes experiência e muito cuidado.

I call it stealing. You call it borrow (8)