Come…

… break me down.

Porque você é mulher, talvez seja só a tpm.

Talvez por ser humana, seja só a lembrança.

Por ser animal, pode ser culpa do frio.

Ou seja da falta, o excesso.

Mas pode ser que não seja nada.

Um breve momento de inconstância.

Nenhuma novidade, é só o limite. Melhor dizendo, o que acontece quando se ultrapassa os próprios limites.

É a vida, a gente acaba se acostumando com ela.

Tá na hora de “voltar do começo”…

Nobody  said  it was easy.

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Ain’t It Fun…


Living in a real world? 

Ain’t it good

Being all alone? 

E aí, tem o novo álbum daquela banda que você gosta muito. E aí, você sabe que vai sozinha no show que eles confirmaram para o – provável –  inverno mais frio dos últimos anos (levando em consideração o dia de hoje, apenas!), porque… Bem…

… Comigo tem sido assim desde que me entendo por gente… Ou melhor, é assim desde que entendo que tem “gente” que é assim. Tem gente que gosta de andar em bando mas no final, e na real, é cada um por si.

É bem verdade que essa é uma constante na vida de algumas pessoas, e eu já não ligo tanto, porque se eu dependesse de cia sempre, minha vida seria bem chata e parada…

Meus amigos que me perdoem, mas apesar dos melhores momentos serem acompanhados deles, muitos dos mais memoráveis eu vivi sozinha…

Triste? Jamais, mas é para se pensar.

E eu gosto de ficar à deriva de mim mesma, porque eu penso sobre a minha vida, minhas ações e tudo o que diz respeito a mim, principalmente todas as outras pessoas que fazem parte da minha vida.

De repente, é um meio de exercer todo meu egocentrismo sem afetar – muito – o próximo.

Não resolve, mas funciona bastante, é tipo o meu “Q” de Batman, ou de Bruce – nunca soube dizer qual deles é o anti-social-egocêntrico-egoísta, mesmo que ache a mistura de adjetivos e a máscara uma combinação perfeita para o homem-morcego.

E aí que… Do que eu falava mesmo? Ah, sim, o lançamento do álbum da banda que gosto tanto… Que me lembra tanto alguém, mas também me lembra tanto outra pessoa… Então, talvez alguém não seja a única pessoa que eu possivelmente encontre por lá, se é que vou te encontrar.

Só sei que alguém, ou ninguém,  jamais me faria não ir a lugar nenhum…

Eu tenho algumas prioridades… e uma delas é sempre ir em shows de bandas que me façam gostar de viver conforme a música.

Às vezes a música é lenta, às vezes me faz chorar, às vezes me faz bem… E com frequência me faz sentir que existe vida dentro do corpo que escreve… E com frequência me faz lembrar que seria legal ter companhia, mas que não dá pra parar de andar, só porque ninguém vai segurar a sua mão.

Yes, it is.

Aquele monte de coisa que passa…

Sem deixar de passear pela nossa minha cabeça de vez em quando.

 

Os dias são longos, mas o ano tem passado rápido, e não sei se sinto falta de dias mais compridos, o que não quer dizer que não sejam dias cheios. São dias cheios, e talvez por isso dão a impressão de que passam depressa…

 

Acho que antes, os dias só estavam vazios, e por isso não passavam nunca.

Desejei tanto que o ano passado acabasse, e quando esse começou eu tive não um pensamento positivo, mas vários. E pode até ser que as coisas não aconteçam como eu escrevi no bilhetinho do balão do ano novo, de qualquer forma, esse ano é/será bom.

 

Estranho não saber o que vem, nem esperar por nada.

Mesmo assim, mudar a postura diante de alguns fatos, aceitar e mudar, aliás, faz muita diferença.

 

Disseram hoje pra mim que tinham notado que eu estava estranha “escrevendo coisas de amor”, mas eu sempre escrevo coisas de amor, e aí eu respondi que estava apaixonada, ferida e conformada, mas ainda apaixonada.

Sem esperança, mas apaixonada.

É, eu estou apaixonada… Mas mais apaixonada pela ideia de que eu não sou de ferro, mas sei sobreviver… Voltar a viver.

 

Acho que como diz a música, é impossível ser feliz sozinho, mas só é sozinho quem quer… E, quando você cai por si, percebe que é preciso de adaptar a quem se faz presente, e não quem se faz transparente.

 

Confesso que ainda não estou nessa fase, só sei que em algum momento, se eu não der sorte, vai acabar sendo assim. Não que seja ruim, mas é um ponto de vista. O meu.

 

 


Bulletproof ♫

Been there done that messed around
I’m havin’ fun don’t put me down
I’ll never let you
sweep me off my feet
I won’t let you in again
the messages I’ve tried to send
my informations just not goin’ in
burnin’ brigdes, shore to shore
I break away from somethin’ more
I’m not turned on to love until it’s cheap
Been there done that messed around
I’m havin’ fun don’t put me down
I’ll never let you
sweep me off my feet

This time baby,
I’ll be bulletproof
This time baby,
I’ll be bulletproof

I won’t let you turn around
And tell me now I’m much too pround
to walk away from somethin’ when it’s dead
do, do, do your dirty worst
come out to play when you are hurt
there’s certain things
that should be left unsaid
tick, tick, tick, tick on the watch
life’s too short for me to stop
oh baby, your time is runnin’ out
I won’t let you turn around
I’ll tell you now I’m much too pround
all you do is fill me up with doubt

This time baby,
I’ll be bulletproof
This time baby,
I’ll be bulletproof
Da série “Músicas que falam por mim”… Mas a real é que a gente nunca consegue ser à prova de balas, nesses casos.