One dance left…

This world is gonna pull through
Don’t give up
You’ve got a reason to live
Can’t forget
We only get what we give
Partindo do meio, sem olhar pra trás e sem esquecer como foi que você chegou até ali.
Talvez seja esse o modo correto de viver.
É um único livro, sempre foi… Mas não terminou de ser escrito, certo?
We only get what we give ♥
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ps #99

Quando os acontecimentos são reflexos das nossas ações, significa que as nossas ações quase sempre são guiadas pelos acontecimentos também, não?

De repente, eu entendi.

Melhor fechar os olhos e agir de um modo “diferente”, no escuro. Porque senão a gente vai achar que só porque o cenário refletido é o mesmo, as coisas serão sempre iguais, então é melhor agir da mesma maneira… Não é reflexo, é ciclo. Ou um enorme círculo espelhado… Pff…

Sei lá…

I can’t say where that is
I’m running again ♪

E eu me apaixonei…

… Pelo que eu inventei de você.

Não que seja uma regra, mas, definitivamente, é uma constante.

Haha. 

#queridoquasediario…


You can be amazing…

You can be amazing
You can turn a phrase into
A weapon or a drug ♫
E aí, transformaram as palavras em armas contra você… E você acreditou tanto que era aquilo mesmo, que se sentiu atingida de verdade.
Das coisa que mais admiro em mim, a abstração fica no topo. No final de contas as contas que eu faço – na vida -, eu só sou assim como gostam que eu seja, porque abstraio muita coisa, sem absorver. Porque muitas vezes são coisas de momento, que não devem ser absorvidas, pois são sem intenção. É um resultado, quando se vive nesse mundo, a gente diz e age sem pensar muito.
Mas sabe, às vezes dói a palavra e modo como ela é dita.
E dói mesmo. E cansa.
Eu tô cansada, e dolorida…
I wanna see u be brave, hun?

Tem tantos sentimentos…

♪ Deve ter algum que sirva.

Nunca gostei muito de Arnaldo Antunes, mas ele é um dos melhores compositores dessas últimas décadas. Ele sabe expressar, em música, o muita gente não sabe, em palavras.

Estou naquele momento de imensa necessidade de escrever, e aí, querendo escrever sobre coisas diferentes, desisti, porque gosto de escrever dentro da minha zona de conforto. E… Essa zona está em mim, sou eu. Eu sou uma zona, e uma bagunça. Uma zona bagunçada. Eu costumava ser. Agora eu sou só uma zona de conforto, pra mim mesma…

Queria não escrever meus ‘mimimis’, e nem sobre o quanto eu me identifico com a música em questão, e o quanto eu paro e peço socorro para todo e qualquer desconhecido, a ponto de talvez sentir alguma coisa. Não, eu só paro, e ouço pedidos de socorro, mas às vezes eu ignoro e não me importo.

Queria dizer que estou triste porque meu show foi cancelado, e na verdade eu não estou triste, mas teria sido legal se ele tivesse acontecido.

Queria dizer que é frustrante ver como uma pessoa ama a outra e eu sei, porque me disseram, que essa pessoa não é amada de volta. Mas a outra pessoa não tem a capacidade de dizer isso pra essa uma, e você só observa, porque – de uma maneira completamente diferente – a outra pessoa já tinha feito a mesma coisa com outras pessoas, inclusive comigo.

Queria dizer que não sinto falta de toda a zona que a minha vida era. E que estou contente com o quanto ela anda certinha e organizada, mas sinto falta de todas as pessoas mexendo as gavetas da minha vida, e bagunçando tudo. E não gosto da vida regrada.

Queria voltar a ser o que eu era antes, de uma maneira diferente. Mas o que aconteceu antes me transformou nisso. Não que eu não seja legal, mas eu já fui mais.

Virei um poço de receio, com horários pra dormir e acordar, não fosse a insônia.


Less than…

♫ Perfect. 

Tá faltando tempo pra perceber o quanto tem gente perdendo tempo esperando o tempo dos outros.

E não, não estou falando de mim.

Eu costumo gastar dinheiro à toa, não tempo.

Sabe, esses dias estava voltando para casa, depois de um dia chato e feio e BOBO, quando me ligaram – um dos maiores amores da minha vida – e pediu pra eu esperar. Obviamente eu esperei, isso seria um custo que me traria muito benefício. Aí, a gente voltou pra casa, e ele foi embora, e disse “te amo”, eu respondi “te amo”. O olhar das pessoas que estavam no vagão era de completo estranhamento, como se eu fosse um E.T. e você não pudesse dizer eu te amo em voz alta para o seu amigo.

(entendam, amores da minha vida, na minha vida pessoas que eu amo muito)

Não entendo como as pessoas estranham isso, e não estranham outras coisas, ou falam de amor sem que seja de verdade. Ou não falam quando é de verdade.

Sei lá, o mundo é todo errado.

A gente vive em uma selva, e a lei é Salve-se quem puder – e ponto!

E aí, eu percebi que o meu problema é o ser humano, e a minha obrigação de ter de conviver com todos eles. Isso não devia ser obrigação. Mas é. E eu tenho  feito isso direitinho, mas as outras pessoas não.

Infelizes, que são, querem que eu me sinta infeliz também, mas aí, por outro lado, existem as outras pessoas.

A vida é muito misturada.


JNIM

Sabe…

Estive pensando em você
E em todo o resto do tempo, até aqui.

Eu perdi a conta, eu perdi a batalha e venci a razão por algo que não me trouxe nada.

E me não me deixou nada.

Ontem eu apaguei uma última lembrança, pra não ter mais que voltar no tempo. Pra nunca mais te ver.

Ontem sepultei restos emocionais, de emoções mortas.

Ontem eu entendi. É, eu entendi.

E se tivesse havido tempo e resposta, só resposta… Tempo houve.

“Se”!

… Já não importa mais.