Cold.

A recaída é sempre pior.

F**k you, hate you, I love, I need you.

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Quero um amor

Que seja dado a mim…
Que me tenha.
Me perceba.
Me acompanhe em qualquer lugar.

E que sorri,
Me faz sorrir,
E lembrar sem pesar.
Amor que me deixe falar
E fale pra mim.

Quero amor que troca de lugar com o meu próprio amor.
Aquele que eu sinto e quero compartilhar.

Quero amor de verdade, mas um que não dói.
Que compreende e sente.
Que liberta e aperta…

Quero amor que exista e resista.
Quero amor de verdade, mas um que não chora.
Que não foge e não dificulta.

Amor que seja leve e intenso.
Amor de verdade, mas sem cobrar.
Legítimo, de coração.
Que dure mais do que uma estação.

Entendo que por querer que seja de verdade não deve ser perfeito.

Mas precisa se esforçar pra ser de verdade.


Ano novo…

E a grande novidade é que não mudei.
Os mesmos “erros” já foram cometidos.
As mesmas palavras…
E pessoas.

Será que é assim mesmo que a vida deve seguir?
Cadê a sensatez? 
Cadê a minha grande capacidade de sumir? De fazer sumir…

Será que eu preciso mesmo pagar pra ver e buscar todas as respostas que acho que já sei quais são?

Qual a necessidade da insistência?

Não sei. Não sei, de fato, se quero saber.
Sei menos ainda se sou capaz de ter raiva de quem sabe.

Se é que alguém sabe.

Stop. Don’t start. Baby, I’m doing fine.

#maybenot