Tristeza

Nothing’s gonna hurt you
The way that words do

E assim começa a semana.
Não bastasse o frio…
Há raiva.

Poderia ser amor, deveria ser.
Mas não se pode obrigar a amar ninguém, amor não é condição.
Neste caso, deveria ser.

Já passou da hora de entender.
E partir…

É triste.

“Be brave”.


Sobre o amor (#v2015)

O amor romântico mesmo…

Tava pensando aqui, vendo esse monte de evento para “desnamorados” nas timelines da vida… Ouvindo um ou outro comentário… lendo um ou outro blog de menininha…

Qual o problema do dia ser dos namorados?

Ok, é uma data capitalista como todas as outras, mas… Ué, e daí?!

O pessoal se dói de graça por não “ter um” amor – nesse momento da vida – a ponto de se achar no direito de boicotar o romance alheio, é? Acho feio.

No final das contas, todos os adeptos a frase “o dia é dos namorados, mas a noite/diversão é dos solteiros” só estão procurando um pretexto pra conhecer outro solteiro, ou não é?

E mesmo que não seja… Por que ser tão pessimista sobre o romance alheio? Pra qué?

Eu sei. Já tive opinião contrária a essa de agora.

Já desacreditei no amor, tanto quanto quis “ter um” também – e isso quase ninguém sabe… É, até eu.

Hoje “meio que” admiro as pessoas que conseguem “amar” romanticamente. É bonito e, em épocas de Tinder, não é tão fácil… Ao contrário do que dizem por aí.

(8) they say love… Love is blind.