Sobre os que não curtirão…

É importante expor opinião.
E tão importante quanto, é ignorar.

O país é livre. Todos têm direito de ir e vir, assim como dizer…

Enxergo em minhas timelines uma verdadeira ânsia pelo quê outras pessoas têm a dizer – leia “não curtir” – sobre elas.

Pergunto-me o motivo, mas é bem simples e idiota. É importante o incentivo negativo, para o bem e para o mal.

Apesar da minha sinceridade cítrica – leia “ácida” -, sempre fui do time do “se não tem nada de bom a dizer, não diga nada”.

No geral, ninguém precisa de um polegar pra baixo. No geral, dar importância para  quem não nos gosta tem a dizer é idiotice. Mas querem ver a “treta”, “o circo pegar fogo”…

Na real, era pra ser piada, mas vai ser mais um motivo para discussões sem fundamento por motivos banais… Não vai ser muito diferente do que já acontece, de fato.

Eu? Como sempre vou acenar e fingir demência.

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Mr. Jones…

And me.

Eu gosto do poder que as “minhas” músicas favoritas têm de me levar pra bem longe. Não é a rota de fuga ideal, mas é a que eu posso pegar, quando a casa pega fogo.

Esses dias acompanhava uma entrevista, rotineira, besta… E alguém disse “eu sempre gostei de escrever, eu tinha um diário, então me acostumei”… (AH! Lembrei, era entrevista de estágio, foi um dos candidatos)…

Eu sempre tive meus “diários”. Mas, como a categoria desse texto diz, são quase diários… Hoje em dia, eles chegam a ser realmente esporádicos…  E isso me entristece.

Não dá tempo de escrever, e quando eu tenho tempo eu sinto preguiça, ou, de fato, não há nada para contar.

Para se escrever, antes de tudo, é preciso ter alguma coisa pra contar. E gosto de ser o centro das atenções das minhas histórias… O que me faz pensar no quanto eu deixo de me colocar em foco, cada vez mais…

[de dezembro de 2013 para setembro de 2015]…

A arte de se desviar do foco continua a acontecer. Hoje, menos do que acontecia em 2013.

#quebom


Sorrir, sair e acenar.

Tão superficial
Passou em pronto
Oi e tchau

E mesmo sem querer
Voltei ao meu “normal”
Quem me conhece sabe que não fiz por mal

Já me acostumei
A não acreditar
Sorrir, sair e acenar

E se eu disser que não sei porquê
Pode acreditar

É, pode acreditar.