Mr. Jones…

And me.

Eu gosto do poder que as “minhas” músicas favoritas têm de me levar pra bem longe. Não é a rota de fuga ideal, mas é a que eu posso pegar, quando a casa pega fogo.

Esses dias acompanhava uma entrevista, rotineira, besta… E alguém disse “eu sempre gostei de escrever, eu tinha um diário, então me acostumei”… (AH! Lembrei, era entrevista de estágio, foi um dos candidatos)…

Eu sempre tive meus “diários”. Mas, como a categoria desse texto diz, são quase diários… Hoje em dia, eles chegam a ser realmente esporádicos…  E isso me entristece.

Não dá tempo de escrever, e quando eu tenho tempo eu sinto preguiça, ou, de fato, não há nada para contar.

Para se escrever, antes de tudo, é preciso ter alguma coisa pra contar. E gosto de ser o centro das atenções das minhas histórias… O que me faz pensar no quanto eu deixo de me colocar em foco, cada vez mais…

[de dezembro de 2013 para setembro de 2015]…

A arte de se desviar do foco continua a acontecer. Hoje, menos do que acontecia em 2013.

#quebom

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