Mais um do “um dia a gente aprende”…

" a aceitar que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso..."

 

Claro, faltou dizer que nesse meio tempo, entre viver e aprender, você vai querer chorar. E você vai.

E vai querer sumir, só pra saber se faz alguma falta… E vai buscar respostas que simplesmente não vão responder as perguntas que você tem pra fazer.

Se você tiver o mínimo de sobriedade vai se culpar, e se sentir egoísta…

Pessoas são só pessoas.

E sentir tudo isso significa que você se importa, ainda que as outras pessoas não se importem. Até porque isso é algo que o Shakespeare também dizia que “um dia a gente aprende”.

“Não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam…”… Queria que isso fosse mais fácil.

 

 

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23:23 de um 10/11 qualquer…

Querido, que de diário não tem nem o apelido…

Só queria dizer que, por alguns, sinto tanto amor… Que meu único desejo, em um plano de acontecimentos que nunca se tornaram reais, era que fosse recíproco.

Só isso, mesmo.

Logo passa.

You did not break me

I’m still fighting for peace

I’ve got thick skin and an elastic heart.


Sobre os que não curtirão…

É importante expor opinião.
E tão importante quanto, é ignorar.

O país é livre. Todos têm direito de ir e vir, assim como dizer…

Enxergo em minhas timelines uma verdadeira ânsia pelo quê outras pessoas têm a dizer – leia “não curtir” – sobre elas.

Pergunto-me o motivo, mas é bem simples e idiota. É importante o incentivo negativo, para o bem e para o mal.

Apesar da minha sinceridade cítrica – leia “ácida” -, sempre fui do time do “se não tem nada de bom a dizer, não diga nada”.

No geral, ninguém precisa de um polegar pra baixo. No geral, dar importância para  quem não nos gosta tem a dizer é idiotice. Mas querem ver a “treta”, “o circo pegar fogo”…

Na real, era pra ser piada, mas vai ser mais um motivo para discussões sem fundamento por motivos banais… Não vai ser muito diferente do que já acontece, de fato.

Eu? Como sempre vou acenar e fingir demência.


Hoje eu acordei com vontade de te ver…

Já faz tanto tempo, que até assusta.
Me assusta não saber nada de você
e não ter com quem falar de mim. 

 

Esses dias perguntaram sobre o processo de composição de músicas. Algo que sempre me encantou, já que em uma música há muito investimento de tempo, memórias e sentimento – as minhas sempre tiveram. 

Expliquei o processo como quem sabe como é, apesar de não saber muito bem, porque é natural. Tão natural que não acontece há tempos.

Tão natural que precisa ter motivo, assim como tempo, histórias e sentimento, para acontecer.

Tão natural que, ultimamente, tenho me forçado a procurar motivo para ter o que escrever, tenho até inventado motivos. Mas sei bem que quando não há nada, não há nada.

E sobre o nada é muito mais complicado escrever.

E aí, em alguns momentos a gente se pega resgatando o passado, mas o passado traz de volta muita coisa que, vez ou outra, é melhor deixar lá atrás mesmo. É bem verdade que, quando a gente rebusca, a gente sente saudade.

Eu sinto, não nego, mas não vale a música.

 

Ah, querido “eventual”.
Eventual, porque não é diário.
Se voltasse a ser diário não seria legal.
Ainda não é, de fato.


Let me the firt, baby, to say…

I’m sorry


Is Mercury in retrograde

Or is that the excuse that I’ve always made

‘Cause I wanna blame someone else

But I can only blame myself

I always do. 

Mas, sabe…

Às vezes – e não têm sido poucas -, pedir que te desculpem é necessário, pra não dizer “o mínimo”.

Isso não vai mudar o fato de que você errou, muito menos significa que você nunca mais vai errar de novo.

Somos todos humanos.

Erramos.

Cabe a cada um se dar ao trabalho de aprender e evitar novos erros. E tenho pra mim que repetir um erro bobo é pior do que cometer um novo. O erro, seja ele bobo ou não, vai ficando mais grave a medida que se repete. E os pedidos de desculpa vão perdendo cada vez mais a “validade”.

Sei bem.

I look in the mirror and it tells me truth, yeah

Why all these lessons always learned the hard way

Is it too late to change?


The kids aren’t alright

Engraçado o fato de que a vida não vai, necessariamente, seguir conforme as vontades da gente.

Até porque as nossas vontades, que são só nossas, vão “contra” a vontade de muita gente.

Cada um tem os seus motivos. E eu me pergunto quem vence essa “competição” do destino?

Quem?

Eu, você, o destino… Quem?

Mais um ano que acaba fazendo toda questão de não fazer nenhum sentido – em alguns sentidos.

Vem 2015… Mas vem com um pouquinho mais de clareza.

Grata.


Querido diário…

Não tão querido quando é diário.

Tenho pensando um pouco sobre as coisas, e as chaves que eu tenho virado pra trancar algumas portas.

“quando uma pessoa é burra, é burra como uma porta”… Sei lá, tem dias que a noite não ajuda, nem as pessoas, nem a ausência delas.

 

Tem dia que você para pra relembrar, e não sabe muito bem dizer quando foi que começou a história que te fez estar sentada na cama agora, escrevendo e um diário que hoje, de tão pouco pra se dizer, é quase anual.

 

Tem dia que você quer mudar de novo. Talvez, inclusive, voltar alguns passos. Repensar e refazer.

 

Mas não… É só medo de dizer a mesma frase que você costumava dizer para uma velha pessoa, só que para uma nova pessoa, que muito provavelmente não será a certa, e vai te fazer chorar… De novo.

 

É difícil começar, porque dá medo. E você sabe bem.

 

E é ruim, porque você se acostuma a terminar as coisas, até antes delas começarem.

 

É difícil mudar também. Sofrer com o passado, nesse sentido, acaba sendo mais fácil, já que você já sabe e repetir machuca menos.

 

Muito provável que esse seja o segredo do sucesso de uma relação. Uma das partes acaba se acostumando a sofrer.

A verdade é que EU não sei. Tenho medo, e, se não me policiar, repito o mesmo erro… Com as mesmas pessoas.