Sorrir, sair e acenar.

Tão superficial
Passou em pronto
Oi e tchau

E mesmo sem querer
Voltei ao meu “normal”
Quem me conhece sabe que não fiz por mal

Já me acostumei
A não acreditar
Sorrir, sair e acenar

E se eu disser que não sei porquê
Pode acreditar

É, pode acreditar.

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#pensamentosolto #jáperdiaconta

Sobre a diferença entre estar e ser sozinho…

Hoje, a diferença entre eu, que estou sozinha, e os que estão acompanhados se sentido sozinhos não existe. Me sinto só e, de fato, estou. E quem não está também se sente só…

Não que resolva, mas, em um momento de egoísmo (meu), conforta um pouco.

Eu bem sei que a sensação passa e a companhia sempre chega.
Espero.

(8) you live. You learn.


Quebra-cabeça-de-desmontar

Sempre que perguntam o porquê de não falar sobre a minha vida, paro pra pensar um pouquinho na resposta.

“Não falo? Acho que falo até demais. Inclusive, escrevo… Você que não lê”…
                                                           
Não é regra, mas acontece com frequência.              

Verdade que, talvez, não tenha confidentes.
Não faço terapia.
Não tenho nenhum “porto-seguro”.
Só ligo quando o caso é grave – ou quando bebo demais, também.

Quem me conhece bem tem consciência de que para saber as minhas estórias, basta perguntar. Mas não aquela coisa de “e a vida?”. Não… Só respondo as perguntas certas.

Quem me conhece bem entende que tem coisa que eu não falo pra ninguém, porque quando sai da minha boca vira verdade subconsciente.

E quando o subconsciente acredita, o coração anseia… Mas o consciente, na maioria das vezes, não segue o mesmo ritmo. Ele freia tudo.

A razão sempre precisa de mais tempo pra identificar os riscos do “tornar real”.

Palavra falada, ou mesmo escrita, torna real.

Mas nem por isso eu deixo de contar os causos da vida.

Conto aqui.
Conto no café.
Conto no balcão do  bar.
Conto se alguém me ligar.

E fragmento minhas “confissões” porque já virou hábito… Porque mais do mesmo enche o saco e, claro, é mais fácil esquecer se quase ninguém lembrar.

# I, I feel so alive for the very first time and I think I can fly #


Let the human in.

If I could only let go…

Em resumo, o sentimento é exatamente esse.


Querido “nada” diário…

Hoje é um daqueles dias que preciso desabafar com você, porque você sou eu… E é importante registrar pra reler e rir depois. É bem verdade que às vezes eu releio e choro, também.

Faz tanto tempo que não me escrevo que…Bom, nem sei por onde começar. Ao mesmo tempo, acho que não sei muito bem sobre o que escrever.

Estou vivendo um momento medroso da vida.

Já se foi mais da metade de 2015 e, como todo ano, voltei a ter aquela velha sensação de “não estar indo a lugar nenhum”. Acho até que voltei alguns passos. Sempre volto.

Repeti algumas peripécias, revisitei alguns sentimentos… Não deveria, e quando é que não faço isso, certo?

Queria um pouco mais de sanidade, mas da última vez que pedi por algo assim, consegui e não gostei.

Pois é…

A vida tem se mostrado mais dura a cada segundo que passa e, olha, tenho me esforçado bastante, mas nem sempre dou conta.

Sabe toda aquela história de “não sofrer por antecedência” que eu costumo falar por aí? Decepcionante admitir que não consigo aplicar a minha própria vida.

Pelo menos é o que dizem, com alguma razão – até porque eu sou responsável por grande parte desse “sofrimento”. Enfim…

Eu preciso melhorar, e bastante.

Ainda bem que ainda estamos na segunda.

Sempre pode melhorar.

♪ She just wanna be free. Just let her be…


Tristeza

Nothing’s gonna hurt you
The way that words do

E assim começa a semana.
Não bastasse o frio…
Há raiva.

Poderia ser amor, deveria ser.
Mas não se pode obrigar a amar ninguém, amor não é condição.
Neste caso, deveria ser.

Já passou da hora de entender.
E partir…

É triste.

“Be brave”.


#pensamentosolto

Já perdi a conta, afinal… faz um tempo que não escrevo ou penso, pouco me dou ao trabalho de lembrar.

E aí, depois de evitar os clássicos por mais de anos, vem uma “daquelas” músicas que não é das clássicas, mas tem na melodia toda a não tão saudosa lembrança de uma estória que… É foda, acabou, não teve final feliz… but it sure feels right.

[risos]

E não é que o mês mais bunda do ano está nos finalmentes e eu sobrevivi – com alguns arranhões, sei bem, mas sem chorar.

(8) Come on I dare you. Are you with me?